Meninas do Solar visitam laboratório da UFRJ em primeira saída do projeto Elas fazem Ciência no PPG
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O projeto Elas fazem Ciência no PPG já começa a ganhar outros laboratórios.
Em sua primeira saída, alunas do Solar Meninos de Luz visitaram um laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vivendo uma experiência que aproximou as meninas de um espaço universitário e científico de grande porte.
A visita faz parte do novo projeto do Solar criado para incentivar a participação e o protagonismo de meninas na ciência, especialmente no contexto das comunidades do Pavão, Pavãozinho e Cantagalo. A iniciativa busca aproximar alunas do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio das práticas científicas por meio de investigação, experimentação, análise de dados, saídas de campo e contato com espaços de produção de conhecimento.
Embora o Solar conte com seu próprio laboratório, estar dentro da UFRJ teve um significado especial. Para muitas estudantes, conhecer um laboratório universitário é também perceber que aquele espaço, antes tão distante, pode fazer parte de seus futuros.
Ali, diante de equipamentos, pesquisas, bancadas e pessoas que vivem a ciência no dia a dia, as meninas puderam ver de perto que ciência não é apenas conteúdo de livro. É prática, curiosidade, pergunta, tentativa, observação e descoberta.
A saída aconteceu dentro da parceria com o projeto de extensão Meninas na Química, vinculado ao Laboratório Didático de Química da UFRJ, que contribui para aproximar as estudantes do Solar de trajetórias acadêmicas possíveis na área científica.
Esse contato é um dos pontos mais importantes do projeto. Ao conhecerem mulheres que ocupam a universidade e atuam na ciência, especialmente mulheres negras, as alunas encontram novas referências e ampliam a forma como imaginam seus próprios caminhos.
O Elas fazem Ciência no PPG será desenvolvido ao longo do ano em ciclos temáticos. As estudantes irão investigar temas ligados ao território e ao cotidiano, como qualidade da água, descarte de resíduos, calor urbano, consumo e sustentabilidade.
Nesta primeira etapa, chamada Ciência na Água, o foco está na relação entre território e oceano, com análise da qualidade da água em diferentes pontos, como escola, comunidade e praia. A partir dos dados coletados, as meninas também serão incentivadas a pensar soluções práticas para o território.
Para o Solar Meninos de Luz, essa visita representa mais do que uma atividade externa. Ela marca o início de uma jornada de pertencimento, descoberta e futuro.
Porque quando uma menina entra em um laboratório e percebe que aquele lugar também pode ser dela, ela passa a olhar para a ciência com menos distância.












